Tá... estagnei novamente. Tento buscar novos exemplos e quanto os tenho vejo que estendi meu pensamento a nada. Pensei na palavra ''limite'' como exemplo e em seu entendimento a partir de situações conhecidas por nós. Isto é, só entendemos ''limite'' porque vivenciamos ou presenciamos - o que nos remete a ver e a ouvir, entre outros sentidos - situações que o contêm. Só entendemos ''limite'' a partir do que já foi construído de sensorial sobre esse conceito. Portanto, mais uma vez o que nos faz entender''limite'', extremamente abstrato porque extremamente amplo, é sua visualização.
E então, qual o problema disso?
Se generaliza. Sempre chegaremos a essa conclusão. Mesmo com a mais concreta das palavras, como cadeira. Entedemo-na porque a conhecemos. E não era isso o que buscava. Buscava exemplificações de noções abstratas a ponto de não as entendermos sem construções imagéticas ou sonoras de nossa parte. Mas afinal, o que não exige tais construções?
segunda-feira, 19 de abril de 2010
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Se vc tem uma noção abstrata,ela não deixa de ser noção de alguma coisa, ou seja a sua posição quanto a isso. Por exemplo,a noção de algum conceito abstrato seja ele de qualquer área,quando vc toma contato com ele a primeira vez é cobrada uma posição de vc. Acho que ai vc faz todo o tipo de associação,seja ela de valor ou imagética,ou de qualquer tipo,se for possível.
ResponderExcluirPor exemplo, quando vc fala em limite o que me vem a cabeça é o conceito matématico de limite,algo tendendo,a imagem associada a isso é o movimento de uma função para um ponto. Mas isso poderia me enojar tbm,já que isso lembraria minhas notas de cálculo.